São curiosos os caminhos que a vida te leva, ou que você toma. Uma analise baseada nas memórias de infância e ate mesmo no reencontro com aquele divertido ciclo social que costumava jogar bola e infernizar as pessoas na rua, tem o poder de fazer com que você inicie um debate consigo mesmo. Como você chegou até aqui? Como seus gostos, seus ideais e suas vontades chegaram tão longe? Como seus fins de semana são ocupados desse jeito? Ao contrario do que possa estar pensando, isso está longe de ser uma enfadonha e chata reclamação. Pelo contrario, senhor. Me orgulho muito de, mesmo no mundinho que sempre vivi, ter conseguido me distanciar da mesmice e do óbvio que vejo tantas pessoas ainda presas e estagnadas. O medo do diferente, o medo do errado, o medo das consequencias. Coisas que, quando novo, nunca me perturbaram mas que agora assolam minha mente. Estranho não? Talvez o preço a se pagar por ter chegado ate quem sou hoje, seja me criticar e me julgar quanto as minhas escolhas, quanto a minha vida e passar a viver um pouco mais amedrontado por um futuro incerto e misterioso. Normal? Daqui a alguns anos escrevo novamente para ver se eu descobri...
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sábado, 6 de novembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Network ~
"Por favor sente-se.
Você mexeu com as forças primitivas da natureza, Sr. Beale. Você acha que meramente parou uma negociação? Não! Não foi só isso. Os árabes vem tirando bilhões de dólares deste país... e agora eles devem devolvê-los! É a lei da gravidade, aquilo que sobe tem que descer. É o balanço ecológico! Você é um homem velho que pensa em termos de nações e pessoas.
Não existem nações!
Não existem pessoas!
Não existem russos!
Não existem árabes!
Não existe terceiro mundo!
Não existe oeste!
Só há um sistema holístico de sistemas! Um vasto e imanente, interligado, interagente, multi-variante, multinacional Domínio de Dólares! Dólares petrolíferos, eletro-dólares, multi-dólares. Moeda alemã, moeda japonesa, moeda-russa, moeda britânica e moeda dos judeus! É o sistema internacional da moeda corrente que determina a totalidade de vida neste planeta. Esta é a ordem natural das coisas hoje em dia.
Esta é a estrutura atômica... sub-atômica e galáctica das coisas hoje em dia. E você mexeu com as forças primitivas da natureza! E você vai se retratar! Estou me fazendo compreender? Você se levantou em sua televisãozinha de 21 polegadas e praguejou sobre a América e sobre democracia.
Não há América!
Não há democracia!
Só há IBM e ITT!
AT&T, Du Pont e Dow!
Union Carbide e Exxon!
Essas são as nações do mundo de hoje!
Sobre o que você acha que os russos falam em seus conselhos de estado? Karl Marx? Eles saem de suas programações lineares. Decisões em cima de teorias estáticas, soluções minimalistas e computam as probabilidades do custo-benefício de suas transações e investimentos, como nós. Nós não estamos mais vivendo num mundo de nações e ideologias, Sr. Beale.
O mundo é um colegiado de corporações inexoravelmente determinado pelas leis imutáveis dos negócios. O mundo é um negócio. Tem sido desde que o homem saiu da caverna."
~ Mr. Jensen. Network (1976)
E não é que tudo faz um tremendo sentido agora?!
Grande Abraço.
Você mexeu com as forças primitivas da natureza, Sr. Beale. Você acha que meramente parou uma negociação? Não! Não foi só isso. Os árabes vem tirando bilhões de dólares deste país... e agora eles devem devolvê-los! É a lei da gravidade, aquilo que sobe tem que descer. É o balanço ecológico! Você é um homem velho que pensa em termos de nações e pessoas.
Não existem nações!
Não existem pessoas!
Não existem russos!
Não existem árabes!
Não existe terceiro mundo!
Não existe oeste!
Só há um sistema holístico de sistemas! Um vasto e imanente, interligado, interagente, multi-variante, multinacional Domínio de Dólares! Dólares petrolíferos, eletro-dólares, multi-dólares. Moeda alemã, moeda japonesa, moeda-russa, moeda britânica e moeda dos judeus! É o sistema internacional da moeda corrente que determina a totalidade de vida neste planeta. Esta é a ordem natural das coisas hoje em dia.
Esta é a estrutura atômica... sub-atômica e galáctica das coisas hoje em dia. E você mexeu com as forças primitivas da natureza! E você vai se retratar! Estou me fazendo compreender? Você se levantou em sua televisãozinha de 21 polegadas e praguejou sobre a América e sobre democracia.
Não há América!
Não há democracia!
Só há IBM e ITT!
AT&T, Du Pont e Dow!
Union Carbide e Exxon!
Essas são as nações do mundo de hoje!
Sobre o que você acha que os russos falam em seus conselhos de estado? Karl Marx? Eles saem de suas programações lineares. Decisões em cima de teorias estáticas, soluções minimalistas e computam as probabilidades do custo-benefício de suas transações e investimentos, como nós. Nós não estamos mais vivendo num mundo de nações e ideologias, Sr. Beale.
O mundo é um colegiado de corporações inexoravelmente determinado pelas leis imutáveis dos negócios. O mundo é um negócio. Tem sido desde que o homem saiu da caverna."
~ Mr. Jensen. Network (1976)
E não é que tudo faz um tremendo sentido agora?!
Grande Abraço.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Homenagem ao Amigo.
Eu tenho 122 “amigos” no Orkut. Eu dou bom dia para o “amigão” motorista do ônibus. Sou considerado “amigo” de muita gente, assim como muita gente é nomeada como “amigo” meu.
Amigo é um termo relativo. Não pretendo julgar a vulgarização da palavra, ou aqueles que dizem ter dois mil amigos. Cada um pode ter (e tem) uma visão diferente sobre a amizade. A minha é um tanto quanto poética e exagerada, motivo pelo qual são poucos aqueles que considero companheiros.
Bem, esse post é nada menos que uma homenagem as pessoas mais importantes da minha vida. Agora, já no finalzinho do tal “Dia do Amigo”, me manifesto com o único jeito que encontrei de explicar o que significa amizade para mim:
Amigo serve para muita coisa, acredite. Serve para beber contigo ate o dia seguinte conversando sobre banalidades ou problemas, tanto faz, ele normalmente não liga. Ta ali para as duas coisas. Serve para deixar tu bater o carro dele (rá!). Serve para viajar com você, rir, zuar e voltar cheios de histórias maravilhosas. Serve para apostar corrida na chuva, que nem dois babacas. Serve para te conhecer a anos e, não contente em estudar com você, ainda acaba trabalhando junto! Olhando para tua cara todo santo dia, esteja feliz ou triste. Serve como irmão. Ah, claro, também tem amigos que realmente são irmãos até de sangue, que te pentelham, que te enchem, mas que tão lá quando precisar. Serve para ser uma das únicas pessoas que fizeram questão de manter contato, mesmo depois de anos de distância e de um ciclo social quase destruído, pelo simples fato de gostar de você. Serve para ser aquele eterno amigo de infância que, mesmo afastado, sempre vai te conhecer melhor que muita gente. Serve para aquele pacote pós-faculdade: cervejinha+sinuquinha e muitas coisas mais. Serve até para te dar um apoio e dizer que te ama, mesmo lá do Maranhão, ou Goiás, ou Porto Alegre, eu nem sei mais de onde... E é claro, serve também para estar do seu lado te amando todo dia, porque até mesmo um casal é fundamentado pela amizade. E serve também para te criar, cuidar e ver você crescer, para que um dia ele possa ver você o chamar também de amigo.
Acho que isso resume todos aqueles que eu realmente considero no meu coração.
Qualquer semelhança com a realidade é completamente proposital. ;]
Feliz Dia do Amigo. Amo vocês.
Grande Abraço.
Amigo é um termo relativo. Não pretendo julgar a vulgarização da palavra, ou aqueles que dizem ter dois mil amigos. Cada um pode ter (e tem) uma visão diferente sobre a amizade. A minha é um tanto quanto poética e exagerada, motivo pelo qual são poucos aqueles que considero companheiros.
Bem, esse post é nada menos que uma homenagem as pessoas mais importantes da minha vida. Agora, já no finalzinho do tal “Dia do Amigo”, me manifesto com o único jeito que encontrei de explicar o que significa amizade para mim:
Amigo serve para muita coisa, acredite. Serve para beber contigo ate o dia seguinte conversando sobre banalidades ou problemas, tanto faz, ele normalmente não liga. Ta ali para as duas coisas. Serve para deixar tu bater o carro dele (rá!). Serve para viajar com você, rir, zuar e voltar cheios de histórias maravilhosas. Serve para apostar corrida na chuva, que nem dois babacas. Serve para te conhecer a anos e, não contente em estudar com você, ainda acaba trabalhando junto! Olhando para tua cara todo santo dia, esteja feliz ou triste. Serve como irmão. Ah, claro, também tem amigos que realmente são irmãos até de sangue, que te pentelham, que te enchem, mas que tão lá quando precisar. Serve para ser uma das únicas pessoas que fizeram questão de manter contato, mesmo depois de anos de distância e de um ciclo social quase destruído, pelo simples fato de gostar de você. Serve para ser aquele eterno amigo de infância que, mesmo afastado, sempre vai te conhecer melhor que muita gente. Serve para aquele pacote pós-faculdade: cervejinha+sinuquinha e muitas coisas mais. Serve até para te dar um apoio e dizer que te ama, mesmo lá do Maranhão, ou Goiás, ou Porto Alegre, eu nem sei mais de onde... E é claro, serve também para estar do seu lado te amando todo dia, porque até mesmo um casal é fundamentado pela amizade. E serve também para te criar, cuidar e ver você crescer, para que um dia ele possa ver você o chamar também de amigo.
Acho que isso resume todos aqueles que eu realmente considero no meu coração.
Qualquer semelhança com a realidade é completamente proposital. ;]
Feliz Dia do Amigo. Amo vocês.
Grande Abraço.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Brasil 2014
A copa acabou e a África se despede orgulhosa. Agora, por mais que não pareça, já começou nossa vez de sediar um dos eventos mais aclamados pelo globo: a Fifa World Cup. Convenhamos que nada está nem se quer em processo de construção, mas admito não me preocupar com as questões de estádios, central de jornalismo, hospedagem das delegações e blábláblá. Bem ou mal, isso sempre fica pronto antes do apito inicial.
Minha preocupação nasce de outro problema: os brasileiros. Quem se aventurou pelo Pan-Americano 2007 viu um povo quase hostil dentro dos estádios. Vaias a atletas pelo simples motivo de não vestirem o manto canarinho e sim de outra nação. Ok, foi uma comparação esdrúxula, porém faz um certo sentido. Somos um povo maravilhoso, não nego isso. Mas, quando se trata de futebol, chegamos a beira da prepotência, típica de campeão. Realmente temo pela Copa 2014 caso a mentalidade do povo não comece a ser trabalhada, afinal nesse último mês tivemos a chance de assistir em todos os canais de televisão declarações no mínimo anti-desportivas, menosprezando seleções pequenas, desvalorizando o poder de algumas grande e, prefiro nem comentar, o caso Argentina.
Eu acredito em uma responsabilidade, agora ainda maior, da mídia em promover o espírito de paz, o fair play também fora dos campos. Em dizer que a Argentina é nossa vizinha, não nossa eterna inimiga. Em tratar a Honduras, como uma seleção que está a representar um povo, e não como um time de fim de semana. E por fim, tratar nossa seleção como eterna favorita, mas nunca faltando com respeito aos outros povos.
Grande Abraço
Minha preocupação nasce de outro problema: os brasileiros. Quem se aventurou pelo Pan-Americano 2007 viu um povo quase hostil dentro dos estádios. Vaias a atletas pelo simples motivo de não vestirem o manto canarinho e sim de outra nação. Ok, foi uma comparação esdrúxula, porém faz um certo sentido. Somos um povo maravilhoso, não nego isso. Mas, quando se trata de futebol, chegamos a beira da prepotência, típica de campeão. Realmente temo pela Copa 2014 caso a mentalidade do povo não comece a ser trabalhada, afinal nesse último mês tivemos a chance de assistir em todos os canais de televisão declarações no mínimo anti-desportivas, menosprezando seleções pequenas, desvalorizando o poder de algumas grande e, prefiro nem comentar, o caso Argentina.
Eu acredito em uma responsabilidade, agora ainda maior, da mídia em promover o espírito de paz, o fair play também fora dos campos. Em dizer que a Argentina é nossa vizinha, não nossa eterna inimiga. Em tratar a Honduras, como uma seleção que está a representar um povo, e não como um time de fim de semana. E por fim, tratar nossa seleção como eterna favorita, mas nunca faltando com respeito aos outros povos.
Grande Abraço
domingo, 30 de maio de 2010
pausa
A poesia foi dar um passeio, deixando um desagradável penhasco de realidade. Volto quando a mente sincronizar com os dedos. Até lá, vou contando dezenove para manter a calma e a sanidade.
Concurso de Jornalismo da CNN.
Contos de Cibola.
Projetos que ando tentando levar a sério. Trago noticias quando puder.
Grande Abraço.
Concurso de Jornalismo da CNN.
Contos de Cibola.
Projetos que ando tentando levar a sério. Trago noticias quando puder.
Grande Abraço.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Sobre o sentido da esperança
Comartilhando algo que me foi compartilhado e que faz completo e absoluto sentido.
“O primeiro passo para construir um mundo alternativo é repudiar a imagem do mundo implantada em nossas mentes e todas as falsas promessas que se empregam para justificar e idealizar a necessidade criminosa e insaciável de lucrar. É vitalmente necessário outro espaço. Primeiro, deve ser descoberto um horizonte. E para isso temos que reencontrar a esperança. Apesar de tudo o que a nova ordem pretende e perpetra. A esperança, contudo, é um ato de fé, tem que ser sustentada por outras ações concretas. Por exemplo, a ação de aproximar-se, de caminhar em alguma direção. Isso conduzirá a colaborações que negam a descontinuidade. O ato de resistência não significa apenas negar-se a aceitar o absurdo da imagem do mundo que nos é oferecida, mas denunciá-la. E quando o inferno é denunciado a partir de dentro, deixa de ser inferno.”
(epígrafe do livro A Batalha da Mídia, de Dênis de Moraes)
“O primeiro passo para construir um mundo alternativo é repudiar a imagem do mundo implantada em nossas mentes e todas as falsas promessas que se empregam para justificar e idealizar a necessidade criminosa e insaciável de lucrar. É vitalmente necessário outro espaço. Primeiro, deve ser descoberto um horizonte. E para isso temos que reencontrar a esperança. Apesar de tudo o que a nova ordem pretende e perpetra. A esperança, contudo, é um ato de fé, tem que ser sustentada por outras ações concretas. Por exemplo, a ação de aproximar-se, de caminhar em alguma direção. Isso conduzirá a colaborações que negam a descontinuidade. O ato de resistência não significa apenas negar-se a aceitar o absurdo da imagem do mundo que nos é oferecida, mas denunciá-la. E quando o inferno é denunciado a partir de dentro, deixa de ser inferno.”
segunda-feira, 15 de março de 2010
Vamos Protestar!
Quarta-feira, dia 17 de Março, compareçam ao tal protesto disfarçado de passeata organizado por nosso querido governador, Sergio Cabral, contra a aprovação da tal emenda Ibsen Pinheiro, que pretende redistribuir os royalties da exploração do petróleo para todo o Brasil, deixando ao Rio de Janeiro um buraco de R$ 7 bilhões anuais no orçamento.
Da Candelária a Cinelandia. Esta passando no jornal, no radio, na tv, em outdoors, em panfletos, em boca-a-boca! Isso aí povo do Rio de Janeiro! Se mobilizem contra esta injustiça!
Só não esqueçam que esta não é a unica injustiça que merece um protesto. E que não dependemos de Governador ou Prefeito ou Homem de Poder para nos dizer quando, como e contra o que devemos protestar.
Vão! Protestem! E espero que tomem tanto gosto pela coisa, que resolvam repetir quantas vezes for necessário para que, algum dia, o povo seja respeitado neste país.
Grande Abraço e boa passeata.
caso planejem outras, me chamem.
ps: Ok, erros ortográficos corrigidos. Perdão.
Da Candelária a Cinelandia. Esta passando no jornal, no radio, na tv, em outdoors, em panfletos, em boca-a-boca! Isso aí povo do Rio de Janeiro! Se mobilizem contra esta injustiça!
Só não esqueçam que esta não é a unica injustiça que merece um protesto. E que não dependemos de Governador ou Prefeito ou Homem de Poder para nos dizer quando, como e contra o que devemos protestar.
Vão! Protestem! E espero que tomem tanto gosto pela coisa, que resolvam repetir quantas vezes for necessário para que, algum dia, o povo seja respeitado neste país.
Grande Abraço e boa passeata.
caso planejem outras, me chamem.
ps: Ok, erros ortográficos corrigidos. Perdão.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Hino.
Mesmo não querendo nós temos um inimigo
que em dias de tempestade nos negam abrigo.
esse é o sistema, mas armaremos o nosso esquema
lutando com nossas próprias armas
pra anular o poder do inimigo
e ajudar o povo a esquecer que um dia ficou sem abrigo:
de baixo da ponte, com a cabeça na pedra, cobertos com papelão
famílias inteiras em depressão, depressão, depressão.
Por essas e outras não esquecerei jamais, dos calos nos pés, e das altas marés
que tivemos que superar.
ondas gigantes que batemos de frente nos mostram nossa força e perseverança ao lutar, a lutar
Não me intimido com qualquer inimigo eu confio na força do povo que por enquanto está desunido.
Agora nenhum político, pode me acorrentar a seus elos de papel verde:
verde verde...
dinheiro sujo da babilônia,
Segregação social, discriminação racial.
Apartheid, colonização, escravidão, globalização,
ainda me lembro da inquisição e da catequização dos índios
grupos de extermínio, klu-klux-klã , nazistas , fascitas , não mais!
Mesmo não querendo temos que admitir
que o inimigo está ai nos impede de sorrir
me diz quem é feliz vista grossa pra cicatriz
não faço não falo e não fiz
o amor é a raiz
pro meu povo superar
Tsunami bomba de Hiroshima RJ Bagda ratatátá
Vire a cara se não quiser ver ou fique sentado em frente a TV
o prejudicado de fato é você
i ae vai se envolver? então não espere e faça o caçador virar caça
politico demagogo chegou a hora da sua desgraça
minha revolta não é de graça convocação sinal de fumaça
palavra-chave UNIÃO uma andorinha só não faz verão
Deus sem você continua Deus você sem Deus não é nada não
pense nisso irmão reflexão pra revolução
Fale no bem, faça o bem, acredite no amor,
e questione o que o sistema impõe, questione o que o inimigo impõe.
O sistema contra o próprio sistema
O inimigo contra o próprio inimigo
que em dias de tempestade nos negam abrigo.
esse é o sistema, mas armaremos o nosso esquema
lutando com nossas próprias armas
pra anular o poder do inimigo
e ajudar o povo a esquecer que um dia ficou sem abrigo:
de baixo da ponte, com a cabeça na pedra, cobertos com papelão
famílias inteiras em depressão, depressão, depressão.
Por essas e outras não esquecerei jamais, dos calos nos pés, e das altas marés
que tivemos que superar.
ondas gigantes que batemos de frente nos mostram nossa força e perseverança ao lutar, a lutar
Não me intimido com qualquer inimigo eu confio na força do povo que por enquanto está desunido.
Agora nenhum político, pode me acorrentar a seus elos de papel verde:
verde verde...
dinheiro sujo da babilônia,
Segregação social, discriminação racial.
Apartheid, colonização, escravidão, globalização,
ainda me lembro da inquisição e da catequização dos índios
grupos de extermínio, klu-klux-klã , nazistas , fascitas , não mais!
Mesmo não querendo temos que admitir
que o inimigo está ai nos impede de sorrir
me diz quem é feliz vista grossa pra cicatriz
não faço não falo e não fiz
o amor é a raiz
pro meu povo superar
Tsunami bomba de Hiroshima RJ Bagda ratatátá
Vire a cara se não quiser ver ou fique sentado em frente a TV
o prejudicado de fato é você
i ae vai se envolver? então não espere e faça o caçador virar caça
politico demagogo chegou a hora da sua desgraça
minha revolta não é de graça convocação sinal de fumaça
palavra-chave UNIÃO uma andorinha só não faz verão
Deus sem você continua Deus você sem Deus não é nada não
pense nisso irmão reflexão pra revolução
Fale no bem, faça o bem, acredite no amor,
e questione o que o sistema impõe, questione o que o inimigo impõe.
O sistema contra o próprio sistema
O inimigo contra o próprio inimigo
domingo, 21 de fevereiro de 2010
importante?
o que é importante?
ouvir uma mensagem boa; uma musica do bem; um obrigado; um bom dia; se esforçar; ajudar; amar; pensar antes de fazer; fazer e pensar so depois; nem pensar; uma arvore; uma brisa; um céu lotado de estrelas; fugir; se sentir livre; correr; um arco-iris; natureza; tirar fotos; estar entre amigos; esquecer do mundo; jogar o relogio fora; desligar o celular; ignorar o orkut, msn e derivados; se despreocupar; cair; rir; comer e dormir; beber e dormir; conheçer gente; conversar; aprender e ensinar; salvar; cuidar; se responsabilizar; voltar atras; ser convencido; ser cabeça-dura; compartilhar; abraçar, beijar um amor; ter tempo.
positive vibrations.
estar em paz.
isso sim é importante.
ouvir uma mensagem boa; uma musica do bem; um obrigado; um bom dia; se esforçar; ajudar; amar; pensar antes de fazer; fazer e pensar so depois; nem pensar; uma arvore; uma brisa; um céu lotado de estrelas; fugir; se sentir livre; correr; um arco-iris; natureza; tirar fotos; estar entre amigos; esquecer do mundo; jogar o relogio fora; desligar o celular; ignorar o orkut, msn e derivados; se despreocupar; cair; rir; comer e dormir; beber e dormir; conheçer gente; conversar; aprender e ensinar; salvar; cuidar; se responsabilizar; voltar atras; ser convencido; ser cabeça-dura; compartilhar; abraçar, beijar um amor; ter tempo.
positive vibrations.
estar em paz.
isso sim é importante.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
é o que eu sempre digo...
Sinto falta da simplicidade.
Sempre achei um jeito bom de começar um certo texto que nunca foi escrito, afinal, quem não sente saudades de ser simples? Tudo flui naturalmente, como deve ser. Sem duvidas, sem arrependimentos. Simplesmente simples.
A verdade é: largamos esse coisa de "simples" muito cedo, talvez, cada dia mais cedo. Somos atacados pelo mostro da complexidade da sociedade, das pessoas, dos sentimentos e do mundo, por assim dizer. Não resta muita escolha além de enfrentar isso, concorda? Há quem tire de letra, já outros nem tanto...
Sempre achei o arrependimento muito conectado com esta questão. Como cada vez mais vai ficando difícil levar a vida sem a tal complexidade, é normal um constante arrependimento no ser humano. Sabe, aquele trabalho que você não aceitou, aquela pessoa que você não se dedicou, aquela promoção que você não comprou... Essas coisas.
Mas ai vem a questão: Até onde é valido o arrependimento? Na minha mais que humilde e indiferente opinião, acho que, salvo aqueles completamente infelizes com suas vidas, o ato de se arrepender é quase uma agressão contra você mesmo. Eu explico...
Cada parte de você existe simplesmente por causa daquilo que você foi um dia. Cada pensamento, cada ideal, cada convicção é simplesmente fruto de uma vida de aprendizados, erros, acertos, felicidades e decepções. Então... se arrepender não é o mesmo que se dizer infeliz consigo mesmo?
Bem... caso você esteja infeliz consigo mesmo, ai já não posso fazer muita coisa. Mas sou do tipo otimista (raramente) que acredita que estamos aonde devíamos estar. E estaremos aonde devemos estar. Nada de destino, santidade ou o Caminho de Deus. Simplesmente que a caminhada é longa, como eu sempre digo. Cheia de coisas boas e ruins, mas é nossa caminhada, não é?
Grande Abraço, bacana.
PS: Ah, feliz 2010. Que a caminhada desse ano seja, pelo menos, agradavel. :]
Sempre achei um jeito bom de começar um certo texto que nunca foi escrito, afinal, quem não sente saudades de ser simples? Tudo flui naturalmente, como deve ser. Sem duvidas, sem arrependimentos. Simplesmente simples.
A verdade é: largamos esse coisa de "simples" muito cedo, talvez, cada dia mais cedo. Somos atacados pelo mostro da complexidade da sociedade, das pessoas, dos sentimentos e do mundo, por assim dizer. Não resta muita escolha além de enfrentar isso, concorda? Há quem tire de letra, já outros nem tanto...
Sempre achei o arrependimento muito conectado com esta questão. Como cada vez mais vai ficando difícil levar a vida sem a tal complexidade, é normal um constante arrependimento no ser humano. Sabe, aquele trabalho que você não aceitou, aquela pessoa que você não se dedicou, aquela promoção que você não comprou... Essas coisas.
Mas ai vem a questão: Até onde é valido o arrependimento? Na minha mais que humilde e indiferente opinião, acho que, salvo aqueles completamente infelizes com suas vidas, o ato de se arrepender é quase uma agressão contra você mesmo. Eu explico...
Cada parte de você existe simplesmente por causa daquilo que você foi um dia. Cada pensamento, cada ideal, cada convicção é simplesmente fruto de uma vida de aprendizados, erros, acertos, felicidades e decepções. Então... se arrepender não é o mesmo que se dizer infeliz consigo mesmo?
Bem... caso você esteja infeliz consigo mesmo, ai já não posso fazer muita coisa. Mas sou do tipo otimista (raramente) que acredita que estamos aonde devíamos estar. E estaremos aonde devemos estar. Nada de destino, santidade ou o Caminho de Deus. Simplesmente que a caminhada é longa, como eu sempre digo. Cheia de coisas boas e ruins, mas é nossa caminhada, não é?
Grande Abraço, bacana.
PS: Ah, feliz 2010. Que a caminhada desse ano seja, pelo menos, agradavel. :]
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ao meu Rio de Alegria.
Sim. Somos HEXAcampeões. Estamos tão felizes que fizemos um pacto silêncioso de usar por dois dias a mesma camisa suada. A camisa do titulo. A Nação está em festa. Uma festa sem palavras para definir, explicar ou classificar.
E eu, como bom Flamengista, fui ver meu time no Maraca. E também como bom amante do futebol, tenho que lembrar que Tricolores, Botafoguenses e Vascainos também estão em festa, afinal todos conseguimos alcançar a meta deste Natal, certo? Subir, Manter e Ganhar.
Somos uma cidade em festa. E isso é bom.
E para terminar. Um Flamengista doente que eu, particularmente, adoro.
"Por isso, sem preconceitos eu canto
Eu canto a fantasia, eu canto o amor,
eu canto a alegria, eu canto a fé,
eu canto a paz, eu canto a sugestão
Eu canto na madrugada..."
~ Jorge Ben
E eu, como bom Flamengista, fui ver meu time no Maraca. E também como bom amante do futebol, tenho que lembrar que Tricolores, Botafoguenses e Vascainos também estão em festa, afinal todos conseguimos alcançar a meta deste Natal, certo? Subir, Manter e Ganhar.
Somos uma cidade em festa. E isso é bom.
E para terminar. Um Flamengista doente que eu, particularmente, adoro.
Eu canto a fantasia, eu canto o amor,
eu canto a alegria, eu canto a fé,
eu canto a paz, eu canto a sugestão
Eu canto na madrugada..."
~ Jorge Ben
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
intelectualidade, cerveja e afins
Creio eu, humilde aspirante a entendedor do universo e tudo mais, que todo mundo espera muita coisa e que no fim elas quase nunca alcançam toda essa expectativa. Estou certo? Falo isso embasado na experiência que ando vivendo de "se tornar um universitário". Agora que eu já posso "tirar onda" de estudante de Comunicação, deixo aquela batida frase que espreita nas bocas de cada ser humano: "não era bem o que eu esperava..."
Um adolescente engajado e dedicado a mudar o mundo, como sempre fui, espera demais de uma faculdade, ainda mais de Comunicação. Chegando lá, nos primeiros dias de aula, não vejo a galera "cult"! Sabe, aqueles que vão discutir a política, a filosofia e a sociologia nos problemas que assolam nossas vidinhas de cariocas... Também vejo um professor falando coisas dignas de qualquer um, menos de um Professor de Comunicação...
Admito que tudo isso (e muito mais) poluiu minha já poluída (demais) mente nas primeiras semanas de aula. A poesia do Ensino Superior havia desmoronado sobre minhas exacerbadas expectativas. E agora?
E agora nada. Simples assim. Descobri que os tais "intelectuais engajados" que eu tanto esperava estão todos lá, cada um de seu jeito, cada um em seu canto. Descobri que se tudo fosse como eu imaginei e ansiei, provavelmente esses seriam os anos mais torturantes que eu poderia passar em uma sala de aula. Descobri que realmente, não era nada que eu esperava. Mas quem liga? Se tivéssemos sempre tudo como esperamos, onde estaria o ato de viver?
Achei a diversão, a conversa, o aprendizado, a convivência. Cada um desses achados de um jeito diferente e pessoal.
Claro, ainda falta muito para que a faculdade atenda as reais expectativas que eu tenho dela, e que são as que realmente merecem atenção. Ainda falta muito para saber se vou conseguir fazer meus projetos, aprender o tanto quanto eu espero, e amadurecer o mesmo. Mas, cá entre nós... Alguns meses ainda é muito pouco pra se ter todas essas respostas...
Enquanto isso, vou aderindo ao gênio e ficando com a resposta para todos os mistérios do Universo e Tudo mais.
42. Ou 19, tanto faz.
Um adolescente engajado e dedicado a mudar o mundo, como sempre fui, espera demais de uma faculdade, ainda mais de Comunicação. Chegando lá, nos primeiros dias de aula, não vejo a galera "cult"! Sabe, aqueles que vão discutir a política, a filosofia e a sociologia nos problemas que assolam nossas vidinhas de cariocas... Também vejo um professor falando coisas dignas de qualquer um, menos de um Professor de Comunicação...
Admito que tudo isso (e muito mais) poluiu minha já poluída (demais) mente nas primeiras semanas de aula. A poesia do Ensino Superior havia desmoronado sobre minhas exacerbadas expectativas. E agora?
E agora nada. Simples assim. Descobri que os tais "intelectuais engajados" que eu tanto esperava estão todos lá, cada um de seu jeito, cada um em seu canto. Descobri que se tudo fosse como eu imaginei e ansiei, provavelmente esses seriam os anos mais torturantes que eu poderia passar em uma sala de aula. Descobri que realmente, não era nada que eu esperava. Mas quem liga? Se tivéssemos sempre tudo como esperamos, onde estaria o ato de viver?
Achei a diversão, a conversa, o aprendizado, a convivência. Cada um desses achados de um jeito diferente e pessoal.
Claro, ainda falta muito para que a faculdade atenda as reais expectativas que eu tenho dela, e que são as que realmente merecem atenção. Ainda falta muito para saber se vou conseguir fazer meus projetos, aprender o tanto quanto eu espero, e amadurecer o mesmo. Mas, cá entre nós... Alguns meses ainda é muito pouco pra se ter todas essas respostas...
Enquanto isso, vou aderindo ao gênio e ficando com a resposta para todos os mistérios do Universo e Tudo mais.
42. Ou 19, tanto faz.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Hemp is Hope, not Dope
Universitario. Bolsista Integral do Programa Universidade para Todos do Governo Federal. Desempregado. Estressado. Puto. E no fim do dia me aparece uma entidade com as escritas estampadas na camisa: "Hemp is hope not Dope"
Agora vai me dizer... Show de Truman mais filho da puta esse, não?!
Agora vai me dizer... Show de Truman mais filho da puta esse, não?!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
"evolução" diária
É quase cômico como debochamos silenciosamente de nossas fases, não? Paramos para pensar e lembrar de épocas, de atitudes, de pensamentos, de vestimentas, de amizades, de gostos, de futuros e de presentes que hoje estão todos entulhados em uma caixinha mental rotulada de "passado".
O mais cômico (e curioso) é que nos sentimos tão a vontade, quase na beira do abismo do orgulho ao fazer isso. "Ahhh! Como eu evolui! Como amadureci! Como cresci!". Não minta para mim, é óbvio que você já pensou nisso. Calma, você esta certo! Nós realmente crescemos, é lógico. O problema todo não é esse orgulho enrustido de suas mudanças necessárias, e sim como ela é expressada.
Ora, rapaz! Isso é clichê, mas também é bem difícil de entender. Fases são eternas. Todo dia você engaveta alguma em seu arquivo na cachola. Todo dia um futuro vira passado, substituído por um outro que, não muito tarde, vai acabar arquivado também, seja por ter se tornado impossível, ou por ter sido alcançado.
Ontem fomos metaleiros, rebeldes, playboys, surfistas, nerds, maconheiros, músicos, poetas! Hoje somos "intelectuais", "universitários", "assalariados", "boêmios", "cults", "alternativos", "sonhadores". Amanha só deus sabe o que podemos ser. Pais? Desempregados? Milionários? Escritores? Vagabundos?
Eu imagino que essas fases nunca acabem, apenas percam espaço. As responsabilidades vão chegando e você se torna um "responsável-inveterado". E quando isso acontece, amigão... Você não tem muita opção a não ser se manter ali por um bom tempo... É claro que isso é apenas direcionado aos "pseud-pobretões" como eu, afinal com o fator dinheiro, esse texto muda sensivelmente.
Então, bacana, não olha para trás com deboche, vergonha e menos ainda com orgulho do presente. Porque mais cedo ou mais tarde, você vai ter que se orgulhar de novo, e de novo, e de novo, e de novo... Então poupa a gente do trabalho de ter que ver você compartilhar isso pela nonagésima vez. (y)
Grande Abraço.
O mais cômico (e curioso) é que nos sentimos tão a vontade, quase na beira do abismo do orgulho ao fazer isso. "Ahhh! Como eu evolui! Como amadureci! Como cresci!". Não minta para mim, é óbvio que você já pensou nisso. Calma, você esta certo! Nós realmente crescemos, é lógico. O problema todo não é esse orgulho enrustido de suas mudanças necessárias, e sim como ela é expressada.
Ora, rapaz! Isso é clichê, mas também é bem difícil de entender. Fases são eternas. Todo dia você engaveta alguma em seu arquivo na cachola. Todo dia um futuro vira passado, substituído por um outro que, não muito tarde, vai acabar arquivado também, seja por ter se tornado impossível, ou por ter sido alcançado.
Ontem fomos metaleiros, rebeldes, playboys, surfistas, nerds, maconheiros, músicos, poetas! Hoje somos "intelectuais", "universitários", "assalariados", "boêmios", "cults", "alternativos", "sonhadores". Amanha só deus sabe o que podemos ser. Pais? Desempregados? Milionários? Escritores? Vagabundos?
Eu imagino que essas fases nunca acabem, apenas percam espaço. As responsabilidades vão chegando e você se torna um "responsável-inveterado". E quando isso acontece, amigão... Você não tem muita opção a não ser se manter ali por um bom tempo... É claro que isso é apenas direcionado aos "pseud-pobretões" como eu, afinal com o fator dinheiro, esse texto muda sensivelmente.
Então, bacana, não olha para trás com deboche, vergonha e menos ainda com orgulho do presente. Porque mais cedo ou mais tarde, você vai ter que se orgulhar de novo, e de novo, e de novo, e de novo... Então poupa a gente do trabalho de ter que ver você compartilhar isso pela nonagésima vez. (y)
Grande Abraço.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
é...
Enquanto a gripe suina assola e atormenta o mundo e o monstro da crise ainda habita alguns armários, bandidos cariocas andam gastando munição em trabalhadores indefesos como comerciantes e trocadores de ônibus sem o mínimo pretexto ou motivo (se é que existe motivo pra se matar alguem...). E a despeito de tudo isso, cientistas discutem, brigam e debatem a respeito de fosseis de 'mini-homens' (hobbists ou oompa-loompas, você decide) encontrados na Indonésia e a galera do Mario Bross anuncia que arrecadou bilhões de doláres no ultimo ano.
Pois é... A gente definifitivamente vive num lugar muito estranho, não?
Grande abraço.
Pois é... A gente definifitivamente vive num lugar muito estranho, não?
Grande abraço.
terça-feira, 5 de maio de 2009
ânimo e otimismo
Seria justa aquela velha comparação e dilema entra o ganha-pão e o prazer, quando entramos em assuntos Cinematográficos, salvo, claro, a todos os bem afortunados que desfrutam da maquina de sonhos Hollywoodiana.
À todos aqueles apaixonados pela arte do Cinema e que, por alguma inspiração (ou azar) divino, se sentem capacitados e necessitados em criar, em filmar e em escrever, restam poucas opções. Viver do Cinema? Ganhar com o Cinema? Taí um privilégio para poucos.
Já cansei de me engalfinhar em polidos discursos e discussões quanto à questão do "Dinheiro vs Prazer", afinal vamos ter o mínimo de sinceridade aqui, oras! Quantas pessoas ganham a vida fazendo o que lhe dá prazer (sem o humor negro, ok?)? Prefiro acreditar que lá no fundo, o ser humano em si tem a necessidade da Arte, seja ela qual for. Então, convença-me que uma mesa de escritório, papeladas e contas alimentam isso! É claro que não se pode negar que existe o prazer material, o dinheiro e toda a felicidade que ele trás, e também o comodismo e até mesmo a não manifestação dessa fome artística. Ok, ok, concordo que, salvo aqueles completamente infelizes com seus afazeres diários, os demais recebem uma relativa recompensa satisfatória pelo seu trabalho. Mas... basta?
Sinceramente não sou a melhor pessoa no mundo para julgar certas situações, mas sei que foram poucas as coisas que me deram tanto orgulho pessoal e prazer em fazer (sem trocadilhos novamente, ok?), e nenhuma delas me rendeu se quer um mizero centavo. Escrever um texto perdido em alguma gaveta, debater algum assunto por horas a fio, participar da gravação de um filme, desenvolver um roteiro. O meu pobre salário mensal não consegue compensar essas alegrias. Mas, por nossa sorte, podemos jogar a culpa (como sempre) no Capitalismo.
Deixando o famoso (foda-se) a tudo e como mensagem a ti também, digo que algum dia vou conseguir fazer o que realmente gosto, sem me preocupar com detalhes como dinheiro (ô...), afinal, de que valem trinta anos de assalariado jogados no ralo? Se temos que viver, que pelo menos façamos isso direito!
É... queria eu acreditar em tudo isso, mas a realidade que vem invadindo minhas entranhas nos últimos anos não deixa muito espaço. Mas quem sabe? A loteria ta ai, e tropeçar em uma lâmpada do gênio não parece uma idéia tão absurda assim... Até lá, fico aqui atrás da minha mesa pagando de intelectual e deixando meus sonhos e prazeres para os fins de semana ou raras ocasiões.
Mas há de mudar. A sorte é para todos, Deus é bom e vai recompensar todas as idas semanais a missa, as orações antes de dormir e os primeiros vagões do trem diariamente. Pft...
Grande Abraço, bacana.
À todos aqueles apaixonados pela arte do Cinema e que, por alguma inspiração (ou azar) divino, se sentem capacitados e necessitados em criar, em filmar e em escrever, restam poucas opções. Viver do Cinema? Ganhar com o Cinema? Taí um privilégio para poucos.
Já cansei de me engalfinhar em polidos discursos e discussões quanto à questão do "Dinheiro vs Prazer", afinal vamos ter o mínimo de sinceridade aqui, oras! Quantas pessoas ganham a vida fazendo o que lhe dá prazer (sem o humor negro, ok?)? Prefiro acreditar que lá no fundo, o ser humano em si tem a necessidade da Arte, seja ela qual for. Então, convença-me que uma mesa de escritório, papeladas e contas alimentam isso! É claro que não se pode negar que existe o prazer material, o dinheiro e toda a felicidade que ele trás, e também o comodismo e até mesmo a não manifestação dessa fome artística. Ok, ok, concordo que, salvo aqueles completamente infelizes com seus afazeres diários, os demais recebem uma relativa recompensa satisfatória pelo seu trabalho. Mas... basta?
Sinceramente não sou a melhor pessoa no mundo para julgar certas situações, mas sei que foram poucas as coisas que me deram tanto orgulho pessoal e prazer em fazer (sem trocadilhos novamente, ok?), e nenhuma delas me rendeu se quer um mizero centavo. Escrever um texto perdido em alguma gaveta, debater algum assunto por horas a fio, participar da gravação de um filme, desenvolver um roteiro. O meu pobre salário mensal não consegue compensar essas alegrias. Mas, por nossa sorte, podemos jogar a culpa (como sempre) no Capitalismo.
Deixando o famoso (foda-se) a tudo e como mensagem a ti também, digo que algum dia vou conseguir fazer o que realmente gosto, sem me preocupar com detalhes como dinheiro (ô...), afinal, de que valem trinta anos de assalariado jogados no ralo? Se temos que viver, que pelo menos façamos isso direito!
É... queria eu acreditar em tudo isso, mas a realidade que vem invadindo minhas entranhas nos últimos anos não deixa muito espaço. Mas quem sabe? A loteria ta ai, e tropeçar em uma lâmpada do gênio não parece uma idéia tão absurda assim... Até lá, fico aqui atrás da minha mesa pagando de intelectual e deixando meus sonhos e prazeres para os fins de semana ou raras ocasiões.
Mas há de mudar. A sorte é para todos, Deus é bom e vai recompensar todas as idas semanais a missa, as orações antes de dormir e os primeiros vagões do trem diariamente. Pft...
Grande Abraço, bacana.
sexta-feira, 27 de março de 2009
choque. corrupção. rio. desordem.
Prá ajudar!
Dizem que ela existe
Prá proteger!"
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Choque de Ordem. A nova arma do governo carioca contra o crime organizado, contra o trafico, contra as drogas e contra todos os outros problemas sociais que assolam a vida dos pobres e oprimidos moradores do Rio de Janeiro. Resumindo bem o plano de ação: A polícia invade, a policia mata, a policia toma. E ai? O que você acha? Solução?
Os problemas descem a ladeiras dos Tabajaras em plena Siqueira Campos. O caos é armado na Zona Sul e os jornais colocam o Rio em estado de sitio. A policia age e Beltrami diz que o problema são dos consumidores, são da classe media, são dos "maconheiros e chincheiros de plantão". E ai? O que você acha?
Em meio a discussões, conversas e muita atenção, podemos concluir coisas básicas que, nem sempre, conseguimos parar para perceber ou ter a completa consciência. Então, para começar vamos a pergunta crucial: Qual o maior problema dos Cariocas? Aposto que a resposta seria imediata! Violência. Trafico. Bandidagem. Vagabundagem. Favela. Agora vamos à argumentação.
Sim. O trafico é a explanação dos problemas. Os roubos, os crimes, as guerras de facções. Tudo isso dentro da favela, culpando os menos favorecidos, os pobres. Mas já se perguntou como tudo isso chega lá? O fuzil, o míssil, a granada que o bandinho da Providência tem na boca de fumo. Como isso tudo chegou nas mãos dele? A cocaína batizada, a maconha dentro do saquinho, as pedrinhas de crack. Como isso tudo chegou lá? Vamos aprofundar os pensamentos e chegar ao âmago da questão.
Para as drogas chegarem no Rio de Janeiro e saírem rumo à Europa ou só deus sabe mais para onde. O que precisa? Aposto que nenhum bandido teleporta carregamentos ilegais e, sem duvida, gigantes. Existe aquela boa e velha "molhada de mão". E as armas? Sempre de uso exclusivo do exercito, sempre coisas sofisticadas de alto poder de fogo. Como chegam lá em cima na mão do Chefe do Morro? Existe, novamente, a boa e velha "molhada de mão". Estamos de acordo com isso?
Agora, vemos o plano Cabral e Paes de combater a criminalidade. Invadir a Cidade de Deus, invadir o Dona Marta. É a solução para o trafico? Para a violência. Não boto fé. Os problemas da Cidade (quase)Maravilhosa vão muito além do miserável empunhando uma .38. A verdade, é que a arrecadação também vai muito além do policial corrupto. Chega nas Secretarias, nas Assembléias, nas Câmaras. O trafico, em um panorama mundial, movimenta uma quantidade absurda, milionária, bilionária aos cofres mundiais. E aqui, na nossa cidade, não é diferente.
Em apenas uma semana, tive o desprazer de presenciar um motorista de kombi pagando o oficial do DETRO para não perder sua viagem. Um motorista comum pagando o PM para não perder o carro. O ambulante pagando o agente da SuperVia(trem) para não perder a mercadoria. Isso é a parte corrompida da sociedade. Essa mentalidade, essa conveniência é o defeito maior, é o estopim, o causador e o articulador dos problemas.
Deixando a moda Capitão Nascimento de lado, os problemas vão além do "pé rapado" que controla uma favela. Eles chegam até o engravatado de carro importado, passando pelo militar fardado. Corrupção. Corrupção. E mais corrupção. A solução? Sinceramente não sei se existe. Mas já é um passo ter consciência do que te envolve.
Para isso é sempre bom aprender a ouvir a quem realmente tem algo de útil a dizer. Assim eu faço, assim todo mundo devia fazer.
Grande Abraço, bacana.
sexta-feira, 6 de março de 2009
eu não vou me adaptar.
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
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Você vai? Cheguei a conclusão que o que regra a vivência do "novo milênio" é a total incoerência e falta de sentido. Quanto mais irregular as coisas forem, e ao mesmo tempo seguirem o padrão universal, estaremos bem. Faz sentido pra ti? Se faz, me explica. A cada dia somos mais iguais e mais distantes. Somos mais moldados e temos menos capacidade de destaque, de diferencial. Adaptar-se é, talvez, a melhor das soluções. Concorde, balance a cabeça, faça Direito, Medicina, Informatica, ganhe dinheiro, prolifere a espécie, faça sua parte no sistema, contribua para a roda continuar sempre girando, o dinheiro sempre movimentando, pise na cabeça de seus semelhantes, seus semelhantes são sempre seus adversários, tenha sua comida na mesa, alimente seus filhos e olhe com pena os famigerados e miseráveis, mas nada faça para mudar a realidade deles.
Estava a um tempo sem escrever aqui. Deixei passar algumas noticias do mundo moderno que são anunciadas e absorvidas sem nenhum sentimento, sem nenhum efeito. É comum, é normal, é aceitável. Afinal, o que podemos fazer para mudar?
Olhe com desconfiança nosso amigo dos Marajás, Fernando Collor tomar a Presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado. Ouça, mas não opine sobre a Igreja descomungar a familiar que faz um aborto na filha de 9 (nove) anos estuprada, afinal, Deus está olhando e você não quer que ele se zangue. Ah, e também nem pare para pensar sobre o que o ilustre Bispo Richard Williamson disse sobre o Holocausto, ignore.
Adapte-se. Enquadre-se. Esteja sempre dentro da lei. Siga as regras silenciosas. Não pense, mas trabalhe. Vá a Igreja. Faça sexo sem amor. Case. Divorcie. Ganhe dinheiro. Compre um carro zero. Financie. Faça dividas. Lamente. Pague. Compre. Não beba. Não fume. Mantenha sempre seu coração batendo e o sangue circulando, mas nem ouse em pensar em Viver.
Grande abraço.
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